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O mundo vive hoje sua maior crise migratória já registrada na história. No fim de 2016, cerca de 65,6 milhões pessoas foram obrigadas a abandonar seus locais de origem por conta de conflitos diversos – foram mais de 300 mil na comparação com o ano anterior. Isso significa que 1 em cada 113 indivíduos no planeta foi forçado a se mudar para manter suas chances de viver de maneira digna. Assim, o número de refugiados se tornou o mais alto de todos os tempos. Os dados são da ACNUR, Agência da ONU para Refugiados.

O Brasil é conhecido mundo afora por sua conduta em relação aos refugiados. A lei brasileira, inclusive, é considerada uma das mais avançadas sobre o tema. Atualmente, mais de 9.500 refugiados de 82 diferentes nacionalidades vivem no Brasil. Grande parte dos que buscam refazer a vida no país é advinda de países nos quais há conflitos ou turbulências internas.

As cinco maiores comunidades de refugiados são, pela ordem, Síria, República Democrática do Congo, Paquistão, Palestina e Angola. Segundo o Comitê Nacional para os Refugiados (CONARE) – órgão presidido pelo Ministério da Justiça, os países com maior número de solicitações em 2016 foram Venezuela (3.375), Cuba (1.370), Angola (1.353), Haiti (646) e Síria (391).

Todos nós podemos ajudar. Listamos abaixo três possibilidades para auxiliar essas pessoas em situações de vulnerabilidade social:

1. Ofereça trabalho

Os refugiados podem trabalhar legalmente no Brasil, já que, como todo brasileiro, podem obter por garantia de lei a Carteira de Trabalho e Previdência Social. Nunca é demais lembrar: não há qualquer ônus ao empregador ao incluir um refugiado em seu quadro de colaboradores. Para o refugiado, trabalhar e gerar renda é a melhor maneira de se integrar ao país e reconstruir a vida. Portanto, no geral são comprometidos, motivados e dispostos a aprender, qualidades que todo departamento de Recursos Humanos valoriza. Além de ajudar a quem precisa, a empresa também se beneficia. Demonstra a todos seu lado de responsabilidade social e enriquece culturalmente o ambiente.

2. Seja voluntário

Abrir espaço na agenda para prestar apoio e solidariedade para quem precisa é um dos gestos mais nobres e admiráveis, sobretudo aos que vivem em grandes cidades e têm a vida bastante agitada. Afinal, o tempo é um bem precioso. Razões para se tornar um voluntário não faltam. Significa conhecer pessoas, ampliar os horizontes, fazer a diferença na vida do outro e impactar a sociedade na qual se está inserida. Por meio do voluntariado é possível aprender novas habilidades e desenvolver aquilo que está dentro de nós e pouco exploramos. Vale a pena!

3. Faça doações

A doação em dinheiro é uma maneira bastante democrática para contribuir com a situação dos refugiados no Brasil. Pode ser feita em uma ação pontual ou mensal e na quantia que estiver ao alcance do doador. Veja algumas entidades sérias que podem receber doações de dinheiro e aplicar os recursos em benefícios dos refugiados:

Alto Comissariado da ONU para Refugiados

brabr@unhcr.org ou (61) 3367-4187

Oasis Solidário

contato@oasis-solidario.com.br (11) 98486-5210

Anistia Internacional Brasil

contato@anistia.org.br

(21) 3174-8601

Instituto de Reintegração do Refugiado (ADUS)

(11) 3225-0439 / 94744-2879

Sociedade Beneficente Muçulmana

falecom@mesquitabrasil.com.br ou (11) 3208-6789

Cruz Vermelha Brasileira

editoria@cvb.org.br ou (21) 2507-3392

Missão Paz

contato@missaonspaz.org ou (11) 3340-6950

Cáritas

caritas@caritas.org.br ou (61) 3521-0350

 

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