Desde a antiguidade, a sociedade utiliza a linguagem como a principal ferramenta de contato social. Seja ela verbal (uso da escrita) e não-verbal (uso da simbologia: placas, desenhos, signos, sons, dança e postura corporal). Ao longo dos tempos, o ser humano viveu a arte de decifrar códigos, com a linguagem oferecendo o poder da compreensão de uma conversa, um desenho, uma fotografia a partir de sua infinidade de signos. 

A cultura se integra ao homem pela atividade cerebral, estimulada pela interação entre parceiros sociais mediada justamente por esses tipos de linguagem, conforme estudos de Lev Vigotski, psicólogo judeu-russo. A linguagem transformou o animal em homem, uma que vez que lhe permitiu a condição de compreender o mundo, utilizando em suas relações pessoais mitos, crenças, fatos, situações e ideias.

Comunicação saudável

Cada área de atuação tem seus símbolos. Porém, para uma comunicação saudável é preciso haver interação entre emissor e receptor. Sabe aquela máxima “para o bom entendedor, meia palavra basta”?

É exatamente isso. Sendo de conhecimento de ambos, os códigos estabelecidos convergem para o entendimento comum, fazendo fluir de maneira tranquila a troca de informações.

Compreendendo a mensagem

Por exemplo, o crucifixo é comum ao religioso e a bandeira quadriculada para os pilotos de Fórmula 1. O sinal vermelho é o símbolo que comunica ao motorista que ele não pode avançar. Linguagem não-verbal. Ninguém falou ou estava escrito. Ele simplesmente conhece a simbologia do código de trânsito estabelecido. A luz vermelha é suficiente para a compreensão da mensagem.

Na linguagem verbal, são duas modalidades: a língua escrita e a falada. Linguagem oral é quando o interlocutor está frente a frente conosco e podemos interagir. Quando ele está ausente, dá-se a linguagem escrita.

Mesmo nessas duas modalidades, o código (símbolos) estabelecido vem à tona. Para escrever precisamos utilizar o alfabeto, um sistema de sinais, em que as letras representam os sons da fala. Já na comunicação oral, emissor e receptor se relacionam por meio do idioma que deve ser de entendimento de ambos.

Lutando contra o tempo

Com a ciência e a tecnologia alterando o cenário a cada minuto, as novas linguagens transmitem rapidamente um número cada vez maior de mensagens. Isso tudo pela necessidade de atingir o receptor sem tempo para leituras longas e complicadas.

Não à toa, ilustração, desenho, figura, fotografia e sons, associados a textos verbais curtos e diretos buscam atingir o leitor com maior impacto.

Outras formas de uso das linguagens existentes caracterizam esse tempo como um tempo de informação rápida, que abre uma enorme gama de possibilidades de novos contatos e relacionamentos. Como o hipertexto, constituído por uma escrita não-sequencial e não linear, permitindo ao internauta o acesso a outros textos (links) para interagir com outras mensagens, em um novo espaço – o ciberespaço. 

Mesmo diante desse leque de possibilidades de linguagem, a verbal será a mais difícil de ser superada, embora a comunicação eletrônica, como a que estabelecemos por aqui, esteja em alta. Afinal, as mensagens de textos hoje são muito mais usuais do que uma conversa telefônica, não é mesmo?

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