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A Hungria é um país charmoso localizado na região central da Europa. Sua língua oficial é o húngaro, falado por cerca de 13 milhões de pessoas no mundo atualmente. O húngaro, diga-se, é considerada uma das dez línguas mais difíceis de se aprender no mundo, ao lado do russo, japonês, chinês, árabe e finlandês.

Entre os falantes da língua estão a população do país, estimada em 10 milhões de habitantes, e povos presentes em seus vizinhos, com os quais faz fronteira territorial. Casos de Romênia, Áustria, Croácia, países nos quais se encontram fluentes do húngaro. Na Europa, também se vê uma grande comunidade de húngaros no Reino Unido.

Vamos juntos desbravar um pouco das peculiaridades da Hungria e seu idioma? Veja seis curiosidades que separamos para você.

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Língua oficial da União Europeia e moeda própria

A Hungria ingressou oficialmente na União Europeia em maio de 2004. Assim, o húngaro passou a constar na lista de línguas oficiais do bloco. Porém, a moeda corrente no país não é o Euro, como em geral se vê em seus países membros. A moeda local é o florim húngaro (forint). Para se ter uma ideia de seu valor, hoje um florim húngaro equivale a cerca de R$ 0,02.

Língua difícil de aprender para os estrangeiros

Como falamos acima, o húngaro é uma língua considerada difícil de aprender para os não nascidos no país. Algumas características bem particulares contribuem para essa fama. A começar por seu extenso alfabeto, que tem impressionantes 44 letras, ou seja, quase o dobro do latino, com o qual estamos mais familiarizados. 

São 14 vogais, que podem ser classificadas como curtas e longas. Um dos fatos curiosos é que entre as consoantes, existe a junção de letras que representam apenas uma letra. É isso mesmo. Por exemplo, S é uma letra, e SZ é outra letra, apesar das duas letras unidas. Por se tratar de uma língua aglutinativa, o húngaro usa muitos sufixos para mudar o sentido de uma palavra e sua função dentro da gramática.

Culinária do país da páprica

Tradicionalmente, a culinária húngara reúne componentes da cultura asiática com elementos das cozinhas alemã, italiana e eslava. Nos restaurantes e em casa, o que se vê com frequência é carne. As sopas e os empanados também são muito comuns.

O prato mais conhecido na Hungria é o goulash, um cozido de carne com páprica, cebola e pimentão. Aliás, a páprica, que consiste em pimenta vermelha moída, um dos temperos mais utilizados no mundo, é uma criação típica do país.

A lei dos nomes e as inversões

Um fato curioso na Hungria é que existe uma lei que estabelece alguns limites aos nomes dos cidadãos nascidos no país. Os pais nativos têm à disposição uma lista para escolher e dar nomes aos seus filhos. Caso queiram fazer alguma modificação, precisam submeter à aprovação do Instituto de Pesquisa de Linguística da Academia Húngara de Ciências. Ou seja, não é possível escolher um nome, digamos, exótico, por conta própria.

Por falar em nomes, na Hungria a sequência de nome e sobrenome é inversa ao que vemos por aqui, no português. Isto é, primeiro, escreve-se o sobrenome e só depois vem o nome. Esse costume é até visto em outros países, mas somente quando há muita formalidade.

O país do grande ilusionista e da enxadrista

Na lista dos grandes famosos húngaros, destaque para o mundialmente conhecido Harry Houdini, originalmente chamado Ehrich Weisz. O ilusionista ganhou notoriedade ao conseguir se desvencilhar de algemas, camisas de força e de uma espécie de aquário fechado. Ainda hoje Houdini, nascido na capital Budapeste em 1874, é um dos mágicos mais conhecidos do mundo.

E foi na Hungria que também nasceu Judit Polgár, a maior campeã de xadrez do mundo. Judit, que veio ao mundo em 1976, iniciou os jogos aos cinco anos. E conseguiu o título de grande mestra do xadrez com apenas 15 anos de idade. Um feito notável.

Águas termais em abundância

A Hungria é conhecida pelo grande número de espaços com águas termais. São aproximadamente 1500 spas, com uma grande concentração em Budapeste. Só na capital, estima-se que, por dia, cheguem à superfície 70 milhões de litros de águas termais. 

A relação do húngaro com as águas termais é bem próxima, inclusive por conta de seus benefícios para a saúde. É comum médicos que receitam banhos para seus pacientes tratarem alguns tipos de enfermidades.

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