A temporada 2021 do Mundial de F1 começou no último fim de semana, para a alegria dos entusiastas do esporte a motor nos quatro cantos do mundo. Um dos maiores eventos esportivos do planeta, que tem o inglês como idioma central, já que conta com pessoas do mundo todo, terá neste ano um total de 23 etapas, a maior da sua longa história de 70 anos. 

Os carros e pilotos vão correr em 22 países, na América, Ásia, Europa, Oriente Médio e Oceania, incluindo o Brasil. A prova no tradicional circuito de Interlagos, em São Paulo, está marcada para o fim de semana dos dias 5, 6 e 7 de novembro.

20 pilotos de 13 países

Ao todo, 20 pilotos estão na briga pelo título mundial, a glória máxima da F1. Eles representam treze nações distintas. 

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São três britânicos: Lewis Hamilton, Lando Norris e George Russel; dois alemães: Sebastian Vettel e Mick Schumacher; dois canadenses: Lance Stroll e Nicholas Latifi; dois espanhóis: Carlos Sainz Jr. e Fernando Alonso; dois finlandeses: Kimi Raikkonen e Valtteri Bottas; dois franceses: Esteban Ocon e Pierre Gasly; um australiano: Daniel Ricciardo; um italiano: Antonio Giovinazzi; um holandês: Max Verstappen; um japonês: Yuki Tsunoda; um mexicano: Sergio Pérez; um monegasco: Charles Leclerc; e um russo: Nikita Mazepin. 

Há um brasileiro entre os pilotos: Pietro Fittipaldi. O neto do bicampeão mundial Emerson Fittipaldi, porém, é piloto reserva e de teste da equipe Haas-Ferrari. Ou seja, não disputa as provas oficiais do calendário.

Muitas línguas no certame

O inglês, a língua universal, é a utilizada para conversas em comum, incluindo as entrevistas oficiais e atividades diversas do evento. É, por esse motivo, o idioma mais falado no universo da F1. Mas, como é possível notar, há uma grande variedade de línguas no certame, principalmente quando olhamos para as grandes estrelas: os pilotos. 

Entre eles, de forma geral, as línguas mais populares em termos de quantidade de falantes no planeta estão muito bem representadas. Destaque maior para o inglês, que está presente a partir dos três pilotos britânicos, mais o australiano e os canadenses – embora esses últimos também tenham o francês em sua base linguística.

O próprio francês aparece em outros dois pilotos. O espanhol tem dois pilotos oriundos da Espanha, mais um nascido no México. O alemão tem dois pilotos, assim como o finlandês. Por fim, o russo tem presença garantida, assim como o italiano, o holandês, o japonês e também o monegasco, a língua oficial do principado de Mônaco.

Olhando o calendário, esses 20 pilotos estarão presentes em países que falam línguas distintas das suas originais, tais como o austríaco (GP da Áustria), o árabe (GP da Arábia Saudita e GP de Abu Dhabi), o húngaro (GP da Hungria), o belga (GP da Bélgica), o malaio, chinês e tâmil (GP de Singapura) e o português (GP de Portugal).

Ou seja, a F1 é um ambiente pluralista do ponto de vista linguístico, e que se comunica muito bem. É por isso também que tem uma beleza que vai muito além do esporte.

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