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Pluralidade é a palavra-chave quando falamos das línguas na União Europeia. Por entender que as línguas representam um ponto importante do patrimônio cultural, o multilinguismo é amplamente apoiado em terras europeias, incluindo as autoridades.

A bem da verdade é que o multilinguismo é um dos princípios fundadores da UE. A partir dela, a comunidade tem três objetivos principais. Primeiro: possibilitar a comunicação com os cidadãos nas suas próprias línguas; segundo: proteger o património linguístico da Europa; terceiro: promover a aprendizagem de línguas na Europa.

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“A diversidade é a base da Europa e da União Europeia. E acho que é muito importante para a participação, não só nas comissões ou no trabalho parlamentar, mas principalmente para os cidadãos. É importante tornar o nosso trabalho transparente, compreensível e estarmos em contato direto com os cidadãos”, afirma Nicola Beer, vice-presidente do Parlamento Europeu.

Separamos algumas curiosidades sobre as línguas na União Europeia. Confira!

1. As 24 línguas oficiais

Hoje, são 27 membros da União Europeia, e 24 línguas oficiais. São elas: búlgaro, croata, checo, dinamarquês, holandês, inglês, estônio, finlandês, francês, alemão, grego, húngaro, irlandês, italiano, letão, lituano, maltês, polaco, português, romeno, eslovaco, esloveno, espanhol e sueco.

2. Inglês segue na lista, apesar da saída do Reino Unido

O Reino Unido deixou oficialmente a União Europeia, mesmo assim, o inglês continua sendo uma língua oficial da comunidade. E, enquanto constar no Regulamento n.º 1, seguirá também como língua de trabalho das instituições europeias. Além disso, vale lembrar que o inglês também é uma das línguas oficiais da Irlanda e de Malta.

3. Lista de línguas da UE cresceu continuamente

O número de línguas da Comunidade Europeia foi crescendo à medida que novos países integravam o grupo. Veja a lista abaixo com os anos em que as línguas foram incorporadas: 

1958: Holandês, francês, alemão e italiano

1973: Dinamarquês e inglês

1981: Grego

1986: Espanhol e português

1995: Finlandês e sueco

2004: Checo, estônio, húngaro, letão, lituano, maltês, polaco, eslovaco e esloveno

2007: Búlgaro, irlandês e romeno

2013: Croata

4. As principais línguas de trabalho e as traduções

Dentro das instituições europeias, as línguas usadas para documentos de trabalho são, principalmente, três: inglês, francês e alemão. Mas, para tornar os documentos ainda mais acessíveis à população, é feita a tradução para todas as línguas oficiais europeias. Ou seja, as 24 línguas.

5. Multilinguismo na Carta dos Direitos Fundamentais

O multilinguismo, como falamos acima, é sagrado para os europeus. Tanto é que está presente na Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia. Na prática, isso significa que os cidadãos da União Europeia podem usar qualquer uma das 24 línguas oficiais para se comunicarem com as instituições da UE. E cabe à comunidade o dever de responder na mesma língua.

6. Línguas de fora mais faladas

As línguas originárias de fora da Europa mais faladas em território europeu são árabe, mandarim e hindi.

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